Uma carta dedicada a todas as mulheres.

A Ana é uma mulher forte, segura, sábia, fria, às vezes um tanto ou quanto “arrogante”, austera, capaz de controlar qualquer tipo de situação, guerreira, detentora de solução para todos os problemas, mas mais do que isso a Ana é UM SER HUMANO, uma pessoa com as suas inseguranças, incertezas, falhas, fragilidades. Por vezes com vontade de chorar mas evita fazê-lo porque isso vai contra a imagem que ela deve “reinar”, com receio de pedir ajuda pois não se enquadra no papel que desempenha…o jogo das aparências, quem nunca foi vítima dele?

A Ana merece ter atenção, muito amor e carinho, a Ana merece ter dias bons e dias maus, a Ana tem o direito e o dever de “gritar”, Ser ouvida, compreendida e apoiada.

A Ana chora, ri, grita, ama, gosta, sonha e VIVE! e nós adorámo-la.

Ana foi um nome fictício que quis dar a este personagem, mas bem lá no fundo eu e tu sabemos que toda a história tem a sua origem!

A Ana podia ser eu ou tu, a Ana podia ser qualquer mulher que se impõe esta maneira de agir e de estar perante a nossa sociedade.

É bonito ser frágil, é gratificante expressar os seus sentimentos, sem medo e julgamento, é FUNDAMENTAL respeitar quem somos.

, sou eu, tu e todas!

Quem nunca se sentiu uma Ana?

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