Sabes como organizar a tua ida a Amesterdão? II

Parte II

O TERCEIRO DIA, talvez o meu preferido, sem desvalorizar tudo o que vi nos outros dias, só mesmo porque acho que me sinto feliz quando tudo o que vejo à minha volta me inspira. Quase na reta final da viagem, ainda curiosos para saberem o que andei a fazer nestes dois últimos dias?

Logo pela manhã fui até ao WATERLOOPLEIN FLEA MARKET, para quem gosta de vintage e deste tipo de mercados de antiguidades, aqui encontramos uns tesourinhos. Este mercado de pulgas só fecha aos domingos e feriados, cada barraca tem algo diferente, por falar em tendas, são +- 300, imensas roupas em segunda mão e também roupa nova, antiguidades, bijuterias, lembranças, peças para bicicletas e muito mais. Fica perto de REMBRANDT HOUSE MUSEUM, a casa onde viveu o pintor holandês Rembrandt e que se tornou museu em 1911.

Sempre na mesma onda de explorar e descobrir o que eu chamo de lado mais fascinante em Amesterdão, fui até DE 9 STRAATJES (The 9 STREETS), uma zona repleta de lojas, vintage e design, marcas exclusivas, alternativas, cafés e restaurantes acolhedores, locais para todos os gostos e imensas pessoas a passear de bicicleta, a pé, nos cafés, etc. É um bairro lindo com os vários canais que ligam as ruas entre elas, com uma arquitetura única e um ambiente encantador, uma verdadeira inspiração! 

Só faltava mesmo passear pelo bairro JORDAAN, local escolhido para o meu segundo look, lembram-se?! É conhecido pelas suas belas casas, é dos bairros mais charmosos, com bons restaurantes, lojas originais e especializadas, galerias de arte, especialmente arte moderna. Fica perto das THE 9 STREETS, é aqui que fica o museu de Anne Frank, tive imensa pena de não visitar, mas já antes de ir para Amesterdão os bilhetes estavam esgotados, para quem estiver a pensar ver este museu é aconselhado comprar os bilhetes na internet com mais de um mês de antecedência. Para quem ainda não sabe dizem que o nome vem da palavra “jardin” em francês, que significa jardim e a maioria das ruas e canais tem o nome de árvores e flores, hoje é dos bairros mais caros e luxuosos da Holanda.

Acabei o meu terceiro dia com uma ida ao museu de fotografia FOAM, onde estavam a decorrer quatro exposições. No museu podes encontrar um café, uma biblioteca, uma galeria comercial e ainda uma livraria.

Fim da visita numa sexta à noite e com um dia bem quente, as esplanadas estavam cheias de pessoas, gargalhadas e boa disposição, o cheirinho a fim de semana, janelas iluminadas pelos candeeiros no interior, fachadas deslumbrantes, cobertas de flores coloridas, verdes, imensas bicicletas a circular nas pontes, nas ruas e estacionadas em frente de cada casa, uma sensação de movimento e agitação quando passas nos cafés e restaurantes e minutos depois de tranquilidade e sossego quando se anda pelas ruas e canais.

O QUARTO DIA só tive mesmo tempo de visitar o VONDELPARK, é um parque enorme, tem parques infantis, cafés, restaurantes, dos mais conhecidos no país. Fica perto dos museus RIJKSMUSEUM, STEDELIJK E VAN GOGH, falei deles na parte I do meu artigo.

Nessa manhã estava imenso calor e sol, parecia um dia de verão então não se podia esperar outra coisa a não ser pessoas apanhar sol em biquini :p, famílias a fazer piqueniques, casais a namorar, pessoas a passear de bicicleta, a correr, a caminhar, a ler, a conversar, deitados na relva, turistas muitos turistas.

Um bocadinho de história só para ficarem a saber que o nome do parque é uma homenagem ao escritor Joost van den Vondel que viveu no século XVII e que antes se chamava “Parque Novo”.

Termino esta viagem com uma fotografia inspiradora de alguém que captei nas ruas perto do parque… What a stunning girl!

Qual será o próximo destino?

Sabes como organizar a tua ida a Amesterdão?

PARTE I

Prontos para viajar comigo até à capital holandesa, conhecida também pela Veneza do Norte?

Vamos lá…Como para todas as viagens, gosto de falar e partilhar o antes e o depois de chegar ao local, transporte, dicas, informações que vão ser úteis para todos aqueles que estão a pensar mais cedo ou mais tarde fazer o mesmo.

Acho que foi das chegadas mais simples e rápidas ao destino, depois de aterrar no aeroporto SCHIPHOL em Amesterdão, apenas tive que chegar ao ponto de recolha das malas e depois quando saí já tinha várias alternativas para ir até ao centro, autocarro, comboio, táxi… eu escolhi o comboio. Comprei o bilhete de ida e volta para o meu hostel que ficava a +- 15 minutos do aeroporto, preço muito acessível, depois de ter o bilhete é só seguir as indicações para onde queremos ir. O aeroporto é enorme, com boas indicações, fácil acesso, pontos de informação, balcões e máquinas para compra de bilhetes, supermercados com muita oferta de comidas rápidas, fruta, sushi, espaços de restauração e muitas flores.

O alojamento que escolhi foi mais uma vez um hostel, HOSTELLE, a localização era ótima, 15 minutos do aeroporto de comboio e 15 minutos de metro do centro com condições muito boas e com tudo aquilo que é necessário.

Agora sim, o mais empolgante falar sobre a cidade em si.

Amesterdão é uma cidade cheia de vida, muito turística também, multicultural, com milhares de bicicletas e não estou a exagerar, acreditem, muitos museus e várias atividades culturais, canais magníficos e pessoas a passear de barco, arquitetura inspiradora, inúmeras atrações e um ambiente descontraído e livre.

O PRIMEIRO DIA comecei por explorar o centro, com a visita à Praça DAM, onde se pode encontrar o palácio Real, o museu Madame Tussauds, um local muito movimentado e turístico, dos mais conhecidos e visitados na capital com restaurantes, cafés, lojas, monumentos históricos etc… Nessa zona fica também o famoso bairro “Red Light District”, bairro da Luz Vermelha, onde se vêm as ‘meninas’ nas montras, uma zona de prostituição legalizada. 

Para contrariar esse ambiente mais comercial, encontramos em paralelo pessoas que se sentam na beira dos canais a aproveitar os raios de sol, desfrutar do bom tempo, conversar, conviver. Passeios de barco com visita guiada, comida, bebida e animação que dão a conhecer os principais pontos turísticos e história da cidade.

Logo nesse primeiro dia fiquei impressionada com a quantidade de bicicletas que invadem Amesterdão, a circular, estacionadas em parques, encostadas em frente às casas, cafés, é sem dúvida o principal meio de transporte da capital. Em Estocolmo vi muitas mas esta cidade bateu o record. E já agora aproveito para dizer que acho que estive mais atenta às bicicletas que apareciam de todos os lados que propriamente aos carros ou outros transportes, é impressionante, giro e divertido! Ora vejam só …

Para chegar ao centro e voltar para o hostel foi bastante fácil, apanhar o metro até Centraal station e depois percorrer as ruas para descobrir a beleza de Amesterdão.

SEGUNDO DIA foi passado na zona dos museus, MUSEUMPLEIN, depois de chegar à Centraal Station tive que apanhar o tram nº12 para chegar até lá. Um pequeno aparte quando se anda nos transportes públicos, neste caso no tram, temos que fazer sempre check in e check out, o cartão que utilizei durante a viagem, foi comprado numa das estações e carreguei para três dias.

Na Praça dos Museus estão situados três principais museus da cidade, o Rijksmuseum (Museu Nacional) dedicado a artes e história, o Museu VAN GOGH com os trabalhos do pintor Vincent Van Gogh e dos seus contemporâneos e o museu STEDELIJK, museu de arte moderna. Aqui encontramos também o letreiro que toda a gente vê nas fotos de Amesterdão, “I AMSTERDAM”. E muito perto temos o museu MOCO, comecei com a visita a este museu de arte moderna, contrariamente ao museu Van Gogh, aqui pode-se tirar fotografias. 

MOCO MUSEUM, um ambiente inspirador, com exposições fantásticas que nos levam a refletir e apreciar as belas obras de arte. Um verdadeiro prazer observar os trabalhos do BANKSY o artista britânico que cria sobretudo streetart, as suas obras são muitas vezes humorísticas e políticas. Acho que quase todos, nos lembramos da fotografia “Ballon Girl”

Roy Lichtenstein, um pintor estado-unidense, um dos maiores intérpretes de arte contemporânea e um mestre da arte pop, obras multicoloridas e sensacionais, estilo banda desenhada. 

Para o museu Van gogh, do pintor holandês, aconselho a prever mais de duas horas para conseguir desfrutar ao máximo da visita, é enorme com vários andares. Comprei o bilhete na internet já antes de chegar a Amesterdão porque podem esgotar e tem hora marcada. Sacos, mochilas, casacos, máquinas fotográficas têm que ser deixados antes de entrar em cacifos grátis.  Importante também comprar o guia áudio, a ida torna-se bem mais enriquecedora quando ficamos a conhecer a origem de cada obra, a sua maneira de trabalhar, inspirações, a história e vida do pintor para quem gosta de pintura e arte.

A exposição que estava a decorrer era “Van Gogh and Japan”, que nos dá a conhecer a admiração do pintor pelo Japão sem mesmo nunca lá ter ido. Ele criou a sua própria imagem do país graças às gravuras japonesas que colecionou e estudou, uma verdadeira inspiração para o pintor.

Bem, depois uma pausa bem merecida, deitada na relva no Museumplein, ao lado de várias pessoas também a descansar, ouvir música, conversar e passar o tempo.

Só faltava mesmo encontrar um café bem aconchegante para acabar o dia e foi o que aconteceu. O CAFÉ BRECHT a alguns minutos da Praça, é um espaço com decoração vintage, sofás, cadeiras, candeeiros, papel de parede, estilo retro, molduras… vale mesmo a pena visitar, decoração única, inspiradora e que te faz voltar no tempo. Um local bem acolhedor, confortável, calmo durante do dia, ideal para relaxar, ler um livro na companhia de um chá ou então degustar as várias opções de comida, bebida, cocktails.

E a descoberta de um novo sítio fica bem mais cativante quando sabemos um bocadinho sobra a sua história, CAFÉ BRECHT, a dona partilha uma paixão pela cultura alemã e pelos seus escritores, e um deles é o escritor Eugen Berthold Friedrich Brecht daí o nome. O café Brecht realiza, regularmente, performances para os amantes da literatura e da poesia.

Estão a gostar?! Parte II, muito em breve…

LONDRES

A minha viagem a Londres superou as minhas expectativas, imaginava uma cidade cheia de táxis fofos amarelos sabem? Com muita vida e cor mas fiquei mesmo fascinada com tudo o que vi.
Por onde é que eu começo?! Antes de me lançar nos detalhes mais estaladiços, vou abordar uma parte que também é muito importante, a organização da viagem. O meu voo foi para o aeroporto de Gatwick, o embarque no Porto foi no lado oposto das outras companhias low cost.
Cheguei a Londres no terminal Norte, tive que atravessar o aeroporto para recuperar a mala, mas antes disso, tive que esperar numa longa fila para mostrar a minha identificação. Depois apanhei o “monorail” que nos leva do terminal Norte ao Sul (e vice-versa para o regresso).
No terminal Sul tive que imprimir os bilhetes de comboio já reservados na internet, escolhi o comboio Southern para ir do aeroporto Gatwick Sul até ao centro de Londres, mas existem outras alternativas, táxi, autocarro, comboio Gatwick express… Imaginava uma chegada bem mais rápida, mas ainda demorou algum tempo, não porque algo não funciona ou é desorganizado, mas simplesmente porque há imensa gente por todo o lado. Qualquer dúvida, as pessoas são muito simpáticas e prestáveis.
Finalmente, consegui apanhar o comboio com destino à conhecida estação Victoria, uma viagem de aproximadamente 45 minutos.
Ao chegar à estação e depois de pedir alguma informação, comprei o cartão OYSTER e carreguei para 3 dias, podemos utilizar em todos os meios de transportes públicos (autocarro e metro) e aproveito para dizer que funcionam lindamente e alguns deles 24h/24h. O saldo do cartão é gasto conforme as viagens que se vão realizando. Fiz um carregamento para três dias e apesar de ter feito muitas viagens ainda tive saldo para a minha ida para a estação Victoria, no quarto dia, onde apanhei o comboio novamente para o aeroporto. Podem consultar o saldo do cartão em qualquer máquina nas estações de metro.
O alojamento também é outro aspeto muito importante quando saímos de casa, não acham? Antes de qualquer viagem, gosto de fazer pesquisas e graças ao Booking, tudo é bem mais fácil, porque na descrição do local escolhido, aparecem imensas informações sobre distâncias para o centro, para os sítios mais visitados, supermercados, paragens de autocarro ou estações de metro etc… A pontuação e os comentários de outros hóspedes são essenciais para avaliar os locais, porque as fotos são sempre bonitas mas a verdade é que muitas vezes nem tudo o que parece é e eu já tive infelizmente algumas surpresas menos boas. Um hostel pareceu-me a escolha perfeita, adoro estar em contato com pessoas jovens e nem só, de outras culturas, nacionalidades, gosto da partilha de experiências, do ambiente e animação, gosto daquela sensação de fazer parte de uma família mesmo se é temporário, de fazer novos amigos, do convívio. Por falar em conviver, o episódio engraçado da primeira noite foi rever o famoso filme “Notting Hill”, na sala de estar, com um grupo de mais de 10 pessoas de várias nacionalidades (chinesa, italiano, espanhóis, índio, estonianos etc…). Adoro esses momentos!
Um hostel também porque gosto de poder cozinhar, ter a possibilidade de comer o que me apetece, preparar o meu lanche, tomar um chá etc… e também dá para economizar um bocadinho.
O que escolhi estava relativamente perto do centro, na zona do Hyde Park, a alguns minutos de duas estações de metro e vários autocarros. Prefiro locais longe da confusão, porque consigo ter outra visão de como é a vida no país e ao mesmo tempo é tudo mais tranquilo. Tinha supermercados, restaurantes, transportes públicos a alguns passos e espaços verdes gigantes, os jardins Kensington Gardens e Hyde Park. Com tudo o que tinha para visitar, só consegui ir no primeiro dia mas como se podem aperceber nas fotos é simplesmente magnífico, campos de verde sem fim, muitas árvores, água, patos, cisnes, pombas, estás no centro e ao mesmo tempo parece que estás no campo, fez-me lembrar a Suécia. Pessoas deitadas na relva a ler, dormir, ouvir música, conversar, fazer piqueniques, sentir e absorver os raios de sol.
Já agora, o Google Maps foi uma ferramenta preciosa durante a estadia e para a escolha dos locais que visitei nos dias seguintes.
Comecei pelo famoso bairro CAMDEN TOWN, foi das minhas zonas preferidas, adoro tudo o que é vintage, tem imensas lojas de tudo o que possam imaginar e para todos os gostos, lojas de roupa, de lembranças, de artigos de decoração, música, fotografia, bijuteria… No mercado Camden Lock, muitas barraquinhas com comida de vários países, um espaço ao ar livre onde as pessoas se juntam e partilham mesas para degustar o prato escolhido.
Muitas pessoas com estilos alternativos, muitos turistas, muita vida!
COVENT GARDEN é um mercado também muito animado com muitos artistas de rua, pubs, esplanadas, teatros, museus, uma zona muito comercial com lojas de marcas caras e muitas atrações.
O Mercado PORTOBELLO ROAD fica no bairro NOTTING HILL, é um dos mercados de rua mais visitados e atrai multidões mesmo em dias de chuva. O melhor mesmo é ir bem cedo porque depois as ruas ficam muito cheias. É um bairro que dá vontade de ficar lá várias horas a contemplar as casas coloridas, o mercado de antiguidades, as lojas de roupa, as tendas de artesanato, de fruta fresca, de comida e claro os artistas (músicos, pintores, estátuas) que dão tanta vida às ruas.
PICCADILLY CIRCUS: uma praça conhecida pelos famosos painéis publicitários e a estátua de Eros (deus do amor),
LONDON EYE: a roda-gigante de observação.
BUCKINGHAM PALACE: a residência oficial da família Real britânica.
LONDON BRIDGE: uma das pontes mais históricas de Londres.
BIG BEN: o sino instalado no Palácio de Westminster, que continua em obras.
NATIONAL GALLERY, para quem gosta de pintura, que se encontra na Trafalgar Square: uma praça que é considerada o coração de Londres.
THE ENGLISH ROSE: a minha escolha para o chá das cinco.
E assim termina a lista dos locais visitados durante a minha curta viagem à capital londrina. Londres é uma cidade linda, cosmopolita, cheia de charme, cinza mas quando o sol aparece cheia de luz e brilho…enorme e com muitas atividades, pontos turísticos para visitar e passeios para dar!

Victoria Station

Kensington Gardens

Kensington Gardens

Kensington Gardens

Kensington Gardens

Trafalgar Square

National Gallery

Charing Cross

Queen Street

Bayswater Road

Underground

Underground

Underground

Camden Town

Camden Town

Camden Town

Camden Town

Camden Town

Camden Town

Camden Town

Camden Town

Londres

Soho

Soho

Covent Garden

Covent Garden

Covent Garden

Notting Hill

Mercado Portobello Road

Notting Hill

Mercado Portobello Road

Notting Hill

Mercado Portobello Road

Mercado Portobello Road

Buckingham Road

Buckingham Palace

St James’s Park

The English Rose

The English Rose

Westminster Station

London Eye

Underground

Piccadilly Circus

Estocolmo

Estocolmo, capital da Suécia, foi a escolha para a minha primeira viagem a solo. Tenho uma grande admiração pela Suécia, estilo de vida, beleza das pessoas, diversidade de paisagens, comida, culturas e valores. Fiquei deslumbrada com esta cidade, cheia de vida, cor, verde, água, ruas amplas e intermináveis, sítios encantadores.
Cada uma das minhas fotografias parece um postal.
Senti-me segura e rodeada de pessoas inspiradoras e neste tipo de lugares só posso dizer que me senti FELIZ.
Tão giro e divertido ver dezenas de bicicletas paradas num semáforo ao final do dia, pais a passear e a brincar com os filhos nos parques, casais de uma certa idade a sair à noite, juntar-se aos jovens e apanhar o autocarro às 2h da manhã. Andar de metro e minutos depois apanhar o barco e estar rodeada de água e aterrar numa ilha…sim é possível!
Lojas de segunda mão procuradas como se fossem shoppings, ruas preenchidas de pessoas, muitas delas a aproveitar os mercados de produtos frescos e flores, muitas flores… Os restaurantes, bares, cafés com grupos de amigos, famílias a saborear o momento.
Quando sais à rua, só te apetece gravar tudo o que vês à tua volta, capturar o momento e memorizar.
Um mês, onde cada dia era único, visitas a museus, jardins, edifícios históricos, diferentes bairros, cafés, lojas, biblioteca…uma aventura maravilhosa e enriquecedora.
Viajar faz bem ao coração, fiquei contagiada pela magia de Estocolmo e com uma vontade enorme de descobrir o resto da Suécia. Foi uma verdadeira lufada de ar fresco! Ideal para recarregar energias!
Sem esquecer os suecos que são lindos, altos, loiros, com um estilo extraordinário e de cortar a respiração!

Slussen

Museu Fotografiska

Solna

Hagaparken

Estocolmo

Museu Skansen

Estocolmo

Estocolmo

Estocolmo

Estocolmo

Museu ao ar livre SKANSEN

Södermalm

Vasastan

Estocolmo

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